Não sei não…

Domingo inteiro sozinha. Isso me fez pensar… quantos lugares poderia ter ido hoje, quantas gargalhadas, quantas coisas novas a ver… quantos beijos na boca não dados. Tenho pensado nisso com uma frequência que está me incomodando. É, pois depois de um bom tempo – uns 30 anos e poucos anos (é, comecei cedo – Luiz Carlos, aos 9), eu meio que decidi fechar para manutenção e isso está parecendo obra de igreja.

Tenho medo de sofrer. É bobagem, eu sei. Mas acho que tenho um medo pior: o de que alguém venha me tirar o foco nesse momento. É pior porque é muito racional, e o amor não tem nada de racional. Acho que eu estou mesmo com preguiça de me dedicar tanto – como é do meu feitio.

Mas ao mesmo tempo, que vontade de beijar na boca… Que saudade da emoção do primeiro beijo, das palavras belas trocadas e da saudade que a gente sente do ser amado mesmo estando ao lado dele.

Sou uma pessoa feita de amor. Por isso, dedico-o a quem posso, o tempo todo, de verdade e com toda a emoção que há no meu coração. Mas, como acredito que o que tem que ser, será, aguardo também a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida, pra dar muitos beijos na boca no embalo da rede!

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