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O lado da Luz é bem mais legal, vai…

Gente, quando digo que me interesso pelo lado negro, não é pelo lado do Mal que estou falando. Não me interesso pelo Mal ( é, esse com letra maiúscula). Me interesso pelos desacertos humanos. H U M A N O S, entenderam? A Luz me fascina, essa sim. Tenho grande fascínio pela infinita capacidade de Deus nos cobrir de coisas boas. E, claro, me intrigo com seus critérios e seu timing, que é muito louco. A gente reza, pede, implora e um dia, simplesmente, pimba, ele faz alguma coisa louca e a gente consegue um milagre, que pode ser simples demais para ser considerado um milagre, mas é. Do nada acontece algo incrível. Como eu que fui à médica homeopata hoje, que me passou dois (estão prestando atenção – dois) remédios e eu, tendo tomado apenas a dose da noite, já me sinto melhor, a ponto de estar aqui escrevendo. Para quem vem sofrendo o capeta com os efeitos colaterais de mil remédios e nesses últimos tempos da tal de risperidona, mesmo depois de 8 dias que parei de tomar, me sentir melhor já é TUDO DE BOM. Nessa jornada, tomei nojo de remédios alopatas psiquiatricos. Vou continuar tomando porque a homeopata disse que a gente tem que fazer uma transição lenta. Mas pra vcs terem uma idéia do trauma que me deu essa jornada de dez anos sofrendo sem ter encontrado a paz de um remédio que me estabilizasse, quero desistir de todos eles e me entregar de corpo e alma e coração à medicina homeopática e à uma vida mais saudável. Minha vida tem que mudar e chegou a hora. Já optei pelo vegetarianismo e pela homeopatia. Espero ótimos resultados.

Vou dando notícias, todas boas, se Deus quiser!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Quero voltar a dividir com vocês

Escrever neste blog deveria ser uma terapia, até que acabei ficando muito precocupada e acho que vaidosa com o que ia escrever e o que íam pensar de mim. Me perdi. Hoje não tenho os meus pares como leitores, nem meus criticos, que se desinteressaram por mim porque fiquei muito chata e políticamente correta. Desejo muito voltar às minhas origens de escrever sobre meus tormentos e incorfomidades com o mundo do jeito que ele é, pois isso me alimenta e dá fé, além de combustível para seguir nessa caminhada árida e vazia que venho seguindo desde o ano de 2000.
Na verdade o termo poeta maldita dempre me fascinou. Sempre quis ser parte (só parte, mantendo a liberdade de transitar) do lado triste, sombrio. Sempre me fascinou ir fundo e entender o sofrimento pesado do ser humano. Uns (inclusie minha psicóloga) dizem que não sei lidar com a felicidade, que não sei o que fazer com ela, e que me mantenho nessa zona de conforto na desgraça, a qual conheço muito bem, com a qual lido muito melhor. Inclusive, se perder essa zona de conforto, vou me assustar, mas posso até sentir alguma coisa nova e boa e pode até ser bom… será? Difícil de imaginar.