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Remédio pra gente velha (de repente é por aí)

Comprei esses suplementos vitamínicos que vem com ginseng, para cansaço físico e mental. Estou me sentindo como se tivesse sido sugada por um vampiro. Totalmente sem energia. Já sou chatinha e vivo reclamando de tudo. Como boa depressiva acho a vida “maravilhosa” para não dizer o contrário. Mas ultimamente tenho me sentido exaurida, sem nenhuma energia. Aí fica mais difícil ainda. Vir aqui só pra reclamar é foda. Mas se foi para desabafar que criei esse diário, então, paciência.

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Fim de noite

Diazinho chato. Fase de TPM e a talzinha não chega. Então fico nessa fase de espera, irritada, cansada, ada. O calor até que deu uma trégua. Graças ao Pai. Mas estou aqui sem a menor cabeça para fazer nada. A irritação é tão grande que é preferível ficar quietinha num canto esperando passar. Fico fazendo crochê enquanto isso. É a única coisa que tenho tido saco de fazer enquanto não chegam as peças para as bijous. Confesso que me sinto tentada a tomar uma anfetaminazinha e ficar com um super pique. A sibutramina, para emagrecer, tem anfetamina. Mas tenho ouvido coisas ruins dela, principalmente a insônia, que me assusta mais.

Noite passada fiquei acordada até quase seis da manhã. Quando estou na TPM os remédios não fazem efeito e eu não consigo dormir. Então tenho medo de mexer com o que não devo e voltar a ter as insônias terríveis. Sei lá.

O fato é que, mais uma vez vou ter que domar minha ansiedade e esperar o material chegar pelo correio para começar a trabalhar a distrair a mente.

Tá, tchau!

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Está chegando a hora

Estou com um cansaço anormal. Lá dentro de mim eu sei que é o cigarro, mas é tão difícil reconhecer quanto parar. O momento não poderia ser pior. Tenho andado muito ansiosa com tudo que está meio parado na minha vida, esperando engrenar. Além disso estou bem acima do peso e todo mundo sabe que minha ansiedade vai parar no teto quando eu deixar o maldito. Então eu vou descontar na comida, o que já não estiver decontando, e vai ficar uma graça a história toda.

Já me deprimo até assistindo Luciano Huck. Imagina quando eu olhar no espelho e ver um ser disforme no lugar da Luzia magra que eu via há uns 5 anos atrás e que já me faz tanta falta. Quando a gente está magra, TODAS as roupas vestem melhor e todos os acessórios acabam ganhando mais destaque do que a sua barriga ou a sua cara gorda. Tem tanta coisa horrível! Tem a papada, o braço pelancudo, a bunda e as coxas cheias de celulite, e por aí vai. Isso para quem sempre foi tão magra é a morte!

O fato é que estou mesmo entre a corda e a caçamba. Uma hora dessas não vou mais aguentar fumar, vou ter que parar (o que vai ser uma bênção e uma maldição, porque eu sei que vou passar o capeta) e vou engordar ainda mais, vou ficar mais deprimida, vou tomar mais anti-depressivos que fazem engordar ainda mais. Legal né?

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Um amor puro (mas não me conta tua vida)

Estou postando essa música, que adoro, mas com um ENORME porém: a parte que diz “E a tua história, eu não sei – Mas me diga só o que for bom”. Que é isso? Então a gente já tem mania de idealizar as pessoas quando está apaixonado, imagina se não souber de seus problemas e suas roupinhas sujas? Além disso, que prepotência querer conhecer só o lado bonito das pessoas. A vida não é assim. Fiquei muito decepcionada com o tão querido Djavan por causa desse pensamento que ele expressa, que quase estraga a letra de uma música tão bela. Todo mundo tem bagagem e nem tudo é leve.

Se quer me conhecer, vai acabar caminhando comigo. Se caminhar comigo, vai acabar conhecendo o peso da minha bagagem, e é melhor que conheça, porque eu quero que goste de mim do jeito que eu sou. Eu não me envergonho do que carrego dentro de mim. É a minha vida. Eu vivi essas coisas tendo sido boas ou não, elas fazem parte da MINHA vida e eu não me envergonho delas nem do sofrimento ou alegria que me causaram ou me causam, assim como comemoro tudo de bom me aconteceu em todos esses anos. Se precisamos ser leves porque estamos nos conhecendo? Tudo bem? Mas me diga o que for bom? Vai se catar!

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Papo de trabalho


Agora que vocês sabem que eu transformei o blog num diário devem estar esperando alguma coisa interessante, talvez inteligente, ou pelo menos algo que valha a pena abrir este blog. Isso me causou uma pressão enorme e um bloqueio. Sério. Não sei o que escrevo agora. Todo mundo sabe que minha vida é meio paradona e que quase não saio de casa. Bem, vou tentar contar os últimos planos profissionais.

Estou começando uma confecção de acessórios, a Coisinhas da Lu. Vou fazer bolsas, echarpes, taras, faixas de cabelo, colares, pulseiras, camisetas com apliques de tecidos, etc… Mas decidi dar um tempo para começar as bolsas feitas em tecido (porque também faço em crochê) até que eu esteja realmente preparada para costurar, o que vai acontecer quando eu fizer o curso de corte e costura, que vai começar em janeiro ou fevereiro. Portanto vou investir mesmo nas bijous e no restante. Como não estava a fim de ir à São Paulo descobri um armarinho e uma loja de bijou da 25 de março (rua em São Paulo que vende tudo muito mais barato) que vendem pela internet e fiz as compras de linhas e peças para montagem de bijou. Estou esperando as encomendas chegarem. Pretendo fotografar tudo para colocar (e talvez vender) pelo blog da Coisinhas da Lu, mas tenho que resolver o problema da minha máquina fotográfica que não está legal (fui emprestar e voltou ferrada – bem feito para minha cara – sempre querendo ser a boazinha). Assim que resolver isso vocês vão poder ver as peças. Tenho lojas onde colocar as peças para vender e vou trabalhar intensamente para aproveitar o verão aqui em Paraty. Mas tenho várias amigas querendo ver as peças e sei que vai dar para vender bem sem depender das lojas. Falo das bijous e das faixas de cabelo e tiaras, porque as echarpes e camisetas são para os turistas mesmo.

Esse foi o panorama profissional. Estou bastante animada com essa perspectiva porque vou voltar a fazer o que adoro. Estou postando uma foto para vocês terem uma ideia do tipo de bijou que vou fazer. Beijos por ora.