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Loucura


Hoje
“Há sempre alguma loucura no amor. E há sempre um pouco de razão na loucura.”
FRIEDRICH NIETZSCHE filósofo alemão

Domingo
“A pior das loucuras é pretender ser sensato num mundo de doidos.”
ERASMO humanista holandês

Segunda
“Há uma fina linha entre genialidade e loucura. Eu apaguei essa linha.”
OSCAR LEVANT ator e pianista americano

Terça
“A loucura é o sonho de uma única pessoa. A razão, é sem dúvida, a loucura de todos.”
ANDRÉ SUARÉS escritor francês

Quarta
“Se o doido persistisse na sua loucura, tornaria-se sensato.”
WILLIAM BLAKE poeta inglês

Quinta
“Louco (adjetivo): afetado por um alto grau de independência intelectual.”
AMBROSE BIERCE escritor americano

Sexta
“As coisas mais belas são ditadas pela loucura e escritas pela razão.”
ANDRÉ GIDE escritos francês

Esse foi um presente dado a mim em julho de 2005 pela querida amiga Marília, com um lindo bilhetinho:

“À (já) querida amiga Luzia, com votos de que consigamos encontrar/descobrir a loucura da lucidez! E ser feliz!… Com Carinho Marília”
O fato é que adoramos ser loucas não é amiga? As mais adoráveis, intrigantes e interessantes loucas.

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Inversão de valores


“Todos pensam em deixar um planeta melhor para os nossos filhos…
Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?”

Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro da própria casa e recebe o exemplo dos seus pais. Assim, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive…

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Criança, obrigada por ter começado tudo!


Minha homenagem para o dia das crianças vai para o meu novo amor: Stewie Griffin, o polêmico caçula da série Family Guy da Fox. Fofinho, bonitinho e andando sempre com seu cachorro falante à tiracolo – o Brian, que eu também adoro, Stewie é uma criança um tanto quanto… diferente! Ele deseja dominar o mundo e sonha em matar a própria mãe (!). E, dizem as más línguas, que apesar dele já ter se apaixonado algumas vezes, o lance dele são pessoas do mesmo sexo! Mas ele dá muito mole…

Gente essa série é totalmente fora de toda e qualquer convenção. Vale à pena ser vista pelo humor super ácido e inteligente. Eu sou fã. Mas hoje estou mesmo a fim de homenagear as crianças. Parabéns e obrigado por tudo de lindo que trazem ao mundo e por tudo que trouxeram para nossas vidas! Ah! Nessa homenagem incluo aquela criança que todo mundo sabe que há dentro de si. A minha eu alimento todos os dias com muitas brincadeiras e o nonsense que adoro ter e ser.

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As 100 maiores músicas brasileiras


A número 1, tantas vezes comentada e analisada por mim e meu amigo Amilcar, era admirada por nós como uma forma de culto à incrível inteligência do Chico. Amilcar, onde vc estiver, viu como muita gente já pensava como nós? Construção é mesmo um tipo de fenômeno. Edição 37 da Revista Rolling Stone:

A canção é o termômetro de uma nação. Nós nos sentimos bem? Estamos mal? Precisamos lutar? Então, ouça nossas canções e nos conheça. Através dos tempos, a canção popular vem redesenhando a cara do Brasil, refletindo nossas incertezas e anseios, esperando que os tempos turbulentos fossem embora e que a celebração finalmente fincasse bandeira. Estas 100 canções atestam a perenidade da nossa música. É um justo tributo a seus criadores e também a seus intérpretes. Abaixo, você confere as dez primeiras posições da nossa lista…

Nº 1 – “Construção” – Chico Buarque

Nº 2 – “Águas de Março” – Elis Regina & Tom Jobim

Nº 3 – “Carinhoso” – Pixinguinha

Nº 4 – “Asa Branca” – Luiz Gonzaga

Nº 5 – “Mas Que Nada” – Jorge Ben

Nº 6 – “Chega de Saudade” – João Gilberto

Nº 7 – “Panis et Circencis” – Os Mutantes

Nº 8 – “Detalhes” – Roberto Carlos

Nº 9 – “Canto de Ossanha” – Baden Powell/ Vinicius de Moraes

Nº 10 – “Alegria, Alegria” – Caetano Veloso

Confira a matéria e ouça os trechos http://bit.ly/mWa6b

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Obrigada por tudo que me trouxe aqui


No dia primeiro de outubro de 2009, aniversário de quatorze anos do meu amado afilhado Pedro, viajando para o Rio para vê-lo e contemplando pela milésima (milhonésima) vez Paraty, suas majestosas pedras cravejadas em suas lindas montanhas, pequenos barquinhos, ondas e praias entalhadas junto às encostas maravilhosamente verdes e respingadas de flores, pensei: obrigada Deus!!!!

Obrigada por ter permitido que minha mãe nascesse dessa terra. Obrigada ainda por ter permitido que eu nascesse do ventre de minha mãe para que eu pudesse conhecer esse lugar (obrigada por eu ter nascido do ventre dela por esse e por outros tantos motivos). Por um segundo tive pavor de nunca poder ter conhecido, nem ouvido falar de Paraty. Teria sido uma vida vazia, muito mais vazia do que essa, com certeza. Agradeci, ainda, por minha mãe ter se casado com um homem com sensibilidade suficiente para reconhecer que também havia sido presenteado com um pedaço do jardim de Deus. Por meu pai ter amado tanto esse lugar, cresci brincando por aqui. E se ele não gostasse de Paraty? E se nós não tivéssemos passado tantas férias aqui?

Um dia vim morar de vez. E hoje me encontro nesse ônibus, indo para o Rio visitar meus amados, olhando por essa janela e pensando: mas isso tudo é meu agora e eu vou voltar. Graças à Deus, e à minha mãe, e ao meu pai, e a mim, que amo Paraty desde o primeiro dia em que a vi, desde a primeira emoção da chegada e desde a primeira lágrima da partida. Engraçado. É a primeira vez que choro deixando Paraty sem que seja de tristeza e sim com uma felicidade que não conseguiu ficar no peito e pulou para dentro dessas palavras. Que sortuda eu sou de ter conhecido esse lugar e de, num surto de “loucura”, ter interrompido minha carreira profissional no Rio, ter colocado tudo que eu tinha numa Kombi e ter vindo parar aqui, sem entender nada. Ainda não entendo, mas amo tanto esse lugar que agora vou só curtir o fato de ter surtado e ter vindo construir minha vida aqui. Essa “construção” me trouxe muitas dores e delícias. Hoje vivo na minha deliciosa casa, com meu pequeno jardim, no centro do vale que fica entre o mar e a montanha. Nada disso é meu, mesmo porque, nada nessa vida verdadeiramente o é. Mas Paraty, essa sim: é e sempre será a minha cidade, a qual dei aos meus amigos, para que também a amassem. Cidade que desfruto a cada dia, talvez menos que deveria, mas com certeza mais do que meu coração poderia imaginar à essa altura da minha vida. Estou feliz. Finalmente estou em paz por viver em Paraty.

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Héstia – a deusa do Lar


Colaboração do meu amado amigo Daniel Ramos

Oi Lu. Adorei seu retorno e esse texto sobre o lar. Li uma vez que na Grécia antiga os cidadãos cultuavam Héstia, a deusa do lar, representada pelo fogo, que une e congrega porque aquece e ilumina. Em cada casa havia uma lareira sempre acesa, representando a deusa.
Bem-vinda amiga. Bjs e te amo muito …

Dani, descobri essa lenda sobre a Deusa:

Héstia (ou Vesta) era a deusa dos laços familiares. Filha de Cronos com Réia, não tinha filhos, nem marido, pois jurou perante Zeus ser uma deusa virgem. Assim sendo Zeus fez com que fosse venerada em todos os lares. Como seu símbolo é o fogo da lareira, em todas as cidades e templos, era obrigatório o fogo de Héstia e este fogo era conseguido a partir do sol.
Era uma deusa virgem, adulada o tempo todo por Poseidon e Apolo e adorada por todos os deuses.
Quando os gregos faziam uma civilização fora da Grécia, sempre levavam um pouco da chama de Héstia. Sempre forte e fixa, Héstia representava a duração da civilização. Era tão venerada que os estrangeiros que chegavam tinham que fazer um sacrificio à Héstia antes de qualquer coisa.