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O sentimento veio vindo…

O sentimento veio vindo, vindo… vindo assim… como um tilintar de asas, de guizos, de sinos… como um vaga-lume…, um pirilampo acendendo e apagando, brilhando na escuridão… O sentimento veio vindo forte, forte… tão intenso… até que transbordou para o papel…
Luzia, Luzia, Luzia….
Ah, Luzia!…
Ao pronunciar teu nome assim, repetidas vezes… Luzia, Luzia… como uma melodia, Luzia, Luzia…, pareço até poder saborear…, tocar… a luz, o lusco-fusco, o pisca-pisca… que tu, estrela Luzia, vai luzindo, luzindo… Vida afora… Inundando, com tua luminosa alegria, a aridez dessa terra estranha em que vim (viemos) morar!
Conhecer-te é comparável à sensação reconfortante de encontrar um semelhante em meio à solidão de um vasto e inóspito deserto. É como uma morna carícia do sol sobre a pele, numa manhã de outono no hemisfério sul.
Minha alma de menina se encanta e canta… pela felicidade de poder compartilhar com tua alma de menina as travessuras – de molecas…sapecas… As amarguras – de mulheres…profundas… Os sonhos… os desafios – de guerreiras…feiticeiras!… Donas dos nossos narizes, donas dos homens, donas do mundo!
Luzia, estarmos juntas é uma festa em si!… Bemol e sustenido…
Vamos, irmã, de mãos dadas, dançar… rodopiar pelos salões, correr nos campos, brincar nas cachoeiras, escorregar no arco-íris e mergulhar… fundo… no mar de nossas existências. A desbravar/desvendar os mistérios do Viver até encontrarmos nosso pote de ouro! Entre risos e tropeços. Dores e delícias…
No coração, a certeza do afeto sincero que nos une… e fortalece. Na boca, o grito do entusiasmo verdadeiro que nos redime e liberta! “We’ve got the power!”
“Na rua, na chuva, na fazenda…”/ “Sister, remember my name!…”
“Pois no orvalho de pequenas coisas, o coração encontra sua manhã e se sente refrescado…”
Avante! A desfrutar a doçura e plenitude da nossa Amizade!
Please, never forget: together, “We’ve got the power!” Oh, yeah!!!!
Assim seja!
Com amor,
Marilia

Obrigada meu girassol!!!
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O animal homem animal…

Querida Ritinha

Achei lindo este pensamento de Leonardo da Vinci, mas só gostaria de cometer uma pequena afronta a este Gênio, corrigindo o final deste mesmo pensamento, que na minha modesta opinião, deveria ser desta forma:
“Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais, e, neste dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a Natureza”.
A minha “pretensa” correção, se dá apenas para fazer jus à “importância” que o animal homem dá para própria espécie(nenhuma!).
Beijos!Do Cachorrão Wagner

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O melhor ou o único amigo do homem?

Dizem os especialistas, que os cães sabem exatamente o que seu dono está sentindo e que a variação dos nossos sentimentos e emoções, afetam diretamente a eles. Coitados!!! Já que vivemos numa constante mudança.As vezes fico olhando o meu e tentando decifrar seus pensamentos, temos uma sintonia boa mas, para mim, impossível conseguir essa proeza. Mas ele me entende e apesar de brigar muito quando ele resolve hibernar em cima do sofá ou das camas, é um ótimo companheiro, sempre por perto e muito carinhoso. O amor deles por nós, é incondicional.E não fique triste por pensar que um dia… dê a ela o melhor de si que ela certamente, também o fará. Penso que, toda relação de amor, seja ela qual for, quando fecha seu ciclo, é por que está completa.

BjsRita

“Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais, e, neste dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a humanidade”.

Leonardo da Vinci
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Meu anjo mora comigo

Não posso passar nem mais um dia sem falar dela, minha Nina Simone… Ela se chama assim porque um dia, assistindo a um filme do qual infelizmente esqueci o nome, me apaixonei por Nina Simone cantando Feeling Good. Até hoje amo a cantora, até hoje amo a música, mas hoje quero falar do meu amor pela minha Nina Simone.

É lindo quando ela beija minhas lágrimas se me vê chorando. Ela me chama pra gente ir dormir e fica brava quando estou no telefone ou no computador muito tempo. Ela deseja ficar pertinho de mim e eu desejo ficar pertinho dela, todo o tempo. Eu não consigo escrever muito sobre esse amor, pois não enxergo o teclado, de tanta emoção. Ela é a filha que eu não TIVE mas TENHO. Ela é minha amiga, companheira de todas as horas. Eu a amo tanto que sinto dor (muita dor) só de pensar que um dia… Ela é a coisa mais linda que aconteceu na minha vida depois que vim morar aqui. Se Paraty me deu um presente, esse presente foi ela, meu anjo da guarda, meu consolo, minha alegria, meu grande e eterno amor!
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Por falar em Siddharta Gautama

Há cerca de 2.500, nasceu Siddharta Gautama, filho único do grande rei Sudodana e da bela rainha Maya de Kapilavasthu, no norte da Índia, próximo ao atual Nepal . Lá vivia o clã dos Sakyas.
De acordo com os costumes da época, uma mulher que estivesse para ter um filho deveria retornar à casa dos pais.
Durante a viagem, a comitiva parou num jardim chamado Lumbini para um breve descanso. Mas, enquanto a rainha repousava embaixo de uma árvore começou sentir dores e entrou em estado de parto. Em seguida deu à luz a um belo menino.
Uma semana após o nascimento do príncipe, sua mãe, a rainha Maya adoecia e morria. A partir daí o menino passaria a ser criado pela Princesa Prajapati.
Os pais lhe deram o nome de Siddharta Gautama, que significa “desejo satisfeito”.
Siddharta foi um menino como outro qualquer, cheio de energia e ambição. Recebeu a melhor educação possível na época, por ser o príncipe herdeiro. Dentre os cavaleiros, era o melhor, excelente arqueiro e lutador, bem como gênio mental.
Ao crescer, interessou-se em descobrir a causa de todos os sofrimentos da vida. Perdeu o interesse pelos esportes e pela política e, apesar do pedido do pai, para que assumisse o trono, abandonou o belo palácio paterno e tornou-se um buscador da verdade. Tinha então 29 anos.
Percorreu todo o país nos seis anos seguintes, procurando mestres e ensinamentos através dos quais pudesse resolver os muitos problemas da vida. Primeiro, foi aos brânames e tentou, com sua filosofia, resolver os problemas humanos. Depois estudou com um grupo de ascetas, adotando sua vida severa e contemplativa. E assim ele prosseguiu, durante seis anos, estudando todas as escolas de religião e filosofia; inutilmente, no entanto. Nenhuma daquelas escolas lhe oferecia uma resposta satisfatória.
Certo dia, depois de banhar-se nas águas do Nairanjana, sentou-se sob uma figueira e meditou, e ali, após aqueles anos de observação e experiência, finalmente descobriu a verdade, alcançou a iluminação e chamou a si mesmo de Buda. Tinha então 35 anos. Até aquele momento, o príncipe Siddharta não era Buda.
Algumas pessoas acreditam que um dos principais motivos que o levou à Iluminação foi uma cena que cotemplou, sentado à beira do citado rio: um pai ensinava ao filho como tocar um intrumento de corda e lhe disse a seguinte frase: “Se você esticar demais, ela arrementa, se deixar muito frouxa, ela não toca.” E assim, com simplicidade, como acontecem as coisas mais importantes da vida, entendeu o conceito de equilíbrio.
“Buda” é um termo sânscrito que significa “O Iluminado”. Buda não foi uma divindade, nem qualquer espécie de deus, nem um profeta como há em muitas outras religiões. Buda foi um homem que encontrou a verdade e viveu a verdade.
Buda viveu até os 80 anos e, assim, durante quarenta e cinco anos, ensinou o caminho de vida que ele próprio encontrara. Foi um filósofo, psicólogo e líder espiritual prático e realista. Foi o primeiro a negar o sistema de castas, dizendo que um homem deve ser julgado por suas qualidades e não por seu nascimento. Portanto, contra o forte conformismo de sua época, foi corajoso o bastante para denunciar o rígido sistema de castas da Índia. Foi contra os complexos rituais religiosos daqueles dias; aboliu os conceitos antropomórficos e não acreditava na idéia dualística de um eu ou alma independente, enquanto entidade separada. Explicou que todas as coisas estão relacionadas umas às outras pela Lei de Causa e Efeito.

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Meu adorável Troglodita!

Querida Caiçara,

Tive o prazer de estar ao seu lado vendo O Jardineiro Fiel, apesar de na hora não ter dado muita importância… Mas acredite, desde aquele dia passei a pensar mais no assunto, a perceber quanta maldade é feita pelo vil metal, até pq , de uma forma ou de outra, sou vítima!E como vítima, me toca o fato de vc ser tão preocupada, tão abismada, tão estarrecida com essa desumanidade. Mas também, vindo de você, uma pessoa tão brilhante, tão amiga, tão gente, cheia de defeitos maravilhosos, não podia esperar outra coisa…Tenho um orgulho danado de fazer parte da sua vida!
Bjs,
Pré…

Também tenho orgulho de você. De como vc enfrenta suas provações, sempre forte, sempre com uma dignidade impressionante. Deve ser porque além do temperamento, você deve ter a força de um Troglodita. A sutileza também… Mas eu já estou me acostumando. Afinal, ele é o homem, ele é quem quer, eu sou apenas uma mulher…
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Dê um passo à frente

Então Lu, muito há o que se falar sobre diamantes, mas nada mais importante do que a troca da vida pelas tais pedras que já não valem mais nada (pelo menos não tanto assim). Aliás, muito há o que se falar sobre as atrocidades que acontecem no mundo inteiro. Isso td me foi passado durante uma palestra e muita coisa, vc nunca vai ler em lugar nenhum, pois se a grande descoberta for totalmente descoberta, ela já não será mais tão rentável. Mas o nosso Brasil que é totalmente “politicamente incorreto”, deu seu primeiro passo, tentando implantar no mercado mundial, nossas pedras, maravilhosas, diga-se de passagem, as “Pedras Brasileiras”, que já subiram até de categoria,de semi-preciosas para pedras peciosas, mas isso é outro assunto.Só nos resta então torcer para que sejam aceitas e quem sabe assim, a exploração africana seja amenizada? Tomara!! Rita

“O primeiro passo confere a vitória a quem o deu. Dê um passo à frente todos os dias.”
Siddharta Gautama